Entre Quatro Paredes e Nada Mais LIVRO

terça-feira, 31 de março de 2015

Elementar, meu caro: 3 mistérios reais com soluções que parecem ficção

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Quem nunca foi completamente surpreendido por aquela revelação inesperada ou reviravolta executada com maestria em um bom filme ou livro de mistério? Seja lá qual for seu meio favorito de entretenimento, na ficção não faltam exemplos de acontecimentos que parecem abrir um alçapão sob os nossos pés e virar de cabeça para baixo tudo o que achávamos saber sobre um enredo. E, como costumam dizer, a vida muitas vezes imita a arte.
De tempos em tempos, os mistérios da vida real sofrem viradas tão friamente calculadas e absurdas que parecem até ter saído diretamente de um dos livros de Dan Brown. A seguir, você pode conferir alguns casos cheios de elementos obscuros que acabaram sendo solucionados sob circunstâncias tão insanas e inesperadas que parecem até fruto da imaginação de algum escritor.

3 – O filho secreto

 

Em 26 de novembro de 2010, a italiana de 13 anos de idade Yara Gambirasio desapareceu enquanto voltava para sua casa, dando início a buscas por parte das autoridades. Três meses depois, o corpo da garota foi encontrado com diversos ferimentos de perfuração. Embora a jovem não tivesse sinais de ter sido estuprada, os policiais descobriram traços do DNA do bandido em seu sutiã e começaram uma caçada que foi acompanhada por toda a Itália.
Mais de 15 mil testes genéticos foram realizados na região e levaram as autoridades até um homem chamado Damiano Guerinoni, que não era o culpado, mas tinha um DNA bastante semelhante ao dele. Fazendo buscas que envolveram a árvore genealógica do rapaz, os policiais descobriram que o avô falecido do rapaz, Giuseppe Guerinoni, era pai do assassino procurado ainda não identificado.
Para isso, eles coletaram materiais em selos que o ancestral do culpado havia lambido quando ainda estava vivo. Como o DNA de seus descendentes legítimos não batia com o do culpado, os investigadores deduziram que o assassino era um filho bastardo de Giuseppe. Os detetives então passaram a investigar quem era a mãe do culpado e, interrogando seus antigos colegas de trabalho, descobriram que ele tivera um caso com uma mulher chamada Ester Arzuffi.
A relação extraconjugal tinha dado origem a um casal de gêmeos, entre os quais estava Massimo Giuseppe Bossetti. A polícia então montou uma falsa blitz de bafômetro em um trajeto comumente utilizado pelo suspeito para coletar seu material genético, que acabou se mostrando uma combinação perfeita com o encontrado no sutiã de Yara. Mais de três anos depois do desaparecimento da jovem, o culpado finalmente foi capturado.

2 – A prova grudenta

 

Quando a senhora de 70 anos Blanche Kimball sumiu por vários dias em 1976, seus vizinhos resolveram chamar a polícia para olhar dentro da casa da senhora em Augusta, no estado norte-americano do Maine, e se depararam com uma cena brutal. A idosa havia morrido no chão de sua cozinha após ser esfaqueada múltiplas vezes.
O principal suspeito era um sem-teto de 27 anos chamado Gary Robert Wilson, que havia morado por algum tempo na casa de Kimball antes do assassinato. Pouco tempo depois, o homem foi pego tentando invadir uma residência em outra vizinhança, mas fugiu da cidade e desapareceu, levando o caso a ser arquivado por falta de mais evidências ou possíveis culpados.
Cerca de 36 anos depois, em 2010, um morador de rua chamado Gary Raub se envolveu em uma briga com um homem na cidade de Seattle e acabou cortando a barriga do seu alvo. O caso acabou arquivado quando a vítima não prestou queixas e não pode mais ser localizada, mas a faca do sem-teto surpreendentemente acabou revelando traços de DNA de sangue encontrado na cena do assassinato de Blanche Kimball.
Para conseguir uma amostra de material genético diretamente do homem, a polícia de Seattle o abordou nas ruas da cidade sob um disfarce peculiar, dizendo que gostariam que ele participasse de uma pesquisa de opinião sobre uma nova goma de mascar. Os testes subsequentes revelaram que Raub na verdade era Gary Robert Wilson e o ligaram à morte da idosa, levando-o definitivamente para a cadeia.

1 – Evidência de estimação

 

Maria Ridulph era uma garotinha de sete anos que estava brincando com uma amiguinha perto de casa, no estanho norte-americano de Illinois, quando eles foram abordados por um jovem homem que afirmou se chamar Johnny. Naquele dia, 3 de dezembro de 1957, a colega de Maria foi até sua casa buscar suas luvas e, quando voltou, descobriu que os outros dois haviam sumido.
O esqueleto da garotinha foi encontrado somente de 26 de abril do ano seguinte, em um campo a mais de 160 km de distância, mas não havia evidências que apontassem para o culpado. O principal suspeito era um vizinho de 17 anos chamado John Tessier, que era fisicamente parecido com o rapaz visto pela amiga de Maria, mas tinha um álibi perfeito: ele havia viajado até outra cidade para se alistar na aeronáutica no dia em que a garota sumiu.
Cerca de 54 anos depois, em 1994, a mãe de Tessier morreu e, em seu leito de morte, supostamente confessou para as irmãs do rapaz que ele teria sido realmente responsável pelo caso. Como uma delas havia sofrido abusos sexuais por parte de John na sua infância, ela convencei a polícia a reabrir o caso – nessa mesma época, o suspeito havia mudado seu nome para Jack McCullough.
Embora o álibi dele ainda parecesse perfeito, as investigações deram origem uma evidência cujo aparecimento parece explicado por pura sorte. Quando uma das ex-namoradas de McCullough enviou uma foto emoldurada dos dois para os investigadores, eles acabaram encontrando escondida na moldura a passagem de trem que ele teria usado na noite do desaparecimento de Maria.
Como o papel não tinha sido carimbado, a evidência acabou provando que John Tessier na verdade não chegou a embarcar no transporte para o outro município naquele dia. Juntado a informação ao testemunho da amiga de Maria, o já idoso culpado acabou preso e sentenciado a prisão perpétua.



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Policiais americanos ouvem voz misteriosa pedindo por ajuda em acidente

 


Você acredita em sobrenatural? Essa história que você vai ler agora parece com aquelas lendas urbanas que costumamos ouvir ou com aqueles contos do além que alguém nos diz, mas ela realmente aconteceu. E chega a ser tão espantosa que é realmente difícil crer. Se você é cético com relação a essas coisas, vai tentar achar uma resposta científica para isso.
No dia 8 de março de 2015, o serviço de emergência de Utah (EUA) recebeu uma ligação solicitando ajuda para um acidente no Rio Spanish Fork. Quatro policiais foram enviados ao local e, quando chegaram ao lugar indicado, uma voz feminina adulta, vinda da direção do carro, gritava por socorro. Eles correram até lá e se espantaram com o que viram.
Uma menina de aproximadamente um ano e meio foi encontrada inconsciente na cadeirinha de bebê no banco traseiro. Ela estava de cabeça para baixo e um pouco acima do nível do rio. A criança parecia estar ali por aproximadamente 12 horas e, apesar de tudo, ainda estava viva. A mãe estava no banco do motorista e, segundo os peritos, ela morreu na hora.

Como explicar o telefonema?

Os vizinhos foram interrogados e afirmaram ter ouvido um barulho no momento do acidente, mas como já era tarde (era noite de sábado), não chamaram a polícia. Um pescador foi quem encontrou o veículo capotado na manhã de domingo e solicitou ajuda. O homem garante que não havia nenhuma mulher viva no local do acidente desde então.
Nesse caso, o que poderia ser? O espírito da mulher pedindo que salvasse sua filha? Um anjo da guarda? Nunca se sabe. Porém, os policiais continuam intrigados sobre todo esse acontecido. Eles garantem que ouviram a voz da mulher e não se parecia com uma voz infantil. Era, sem dúvida alguma, uma pessoa adulta.
"Um mistério surgiu a partir desse resgate", disse o agente Jared Warner à CNN. "Nós quatro ouvimos uma voz distinta vinda do carro. A mãe estava morta e a criança estava inconsciente. É uma daquelas coisas que não tem explicação". Mas será mesmo que a ciência não pode explicar esses acontecimentos um tanto quanto macabros?

Sim, a ciência pode explicar

Cientistas têm uma explicação para esse fenômeno. Algumas pessoas podem ouvir vozes e barulhos ilusórios através de um processo psicológico chamado apofenia. Os indivíduos que passam por isso acabam "ouvindo" sons onde não tem. Eles acabam relacionando a situação vivida com algo urgente que pode acontecer por lá.
Quer alguns exemplos práticos? Muitos de nós já ouvimos a campainha — ou telefone — tocando enquanto estávamos no banho e, na verdade, não havia nenhuma chamada. Ou então alguém chamando nosso nome mesmo que a casa esteja vazia. Isso acontece por causa da apofenia, e esse fenômeno não é tão raro assim.
Em junho de 2012, funcionários de um navio de carga disseram ter ouvido um barulho vindo de um dos contêineres. Isso foi relatado por várias pessoas presentes ali. A embarcação passou por uma rigorosa revista atrás de passageiros clandestinos e nada foi encontrado. Ou seja, a apofenia também pode acontecer com um grupo de indivíduos.

E então? Científico ou sobrenatural?

Ninguém está sugerindo que os policiais mentiram sobre as vozes — até porque eles não teriam motivos para fazer isso —, mas vários processos podem ter influenciado para que a voz misteriosa tenha aparecido. Diversos fatores psicológicos foram levados em consideração e tudo ainda está sendo estudado. Porém, nada foi concluído até agora.
Como nada disso foi registrado, não há nenhum jeito de saber ao certo o que aconteceu. O incidente só foi comentado dias depois do resgate. Um dos homens relatou o fato e os outros também deram a sua versão. Segundo psicólogos, uma memória puxa a outra, forçando as lembranças dos indivíduos sobre determinados fatos.
Se cada um dos policiais tivesse relatado a voz de socorro em seus relatórios oficiais do acidente, tudo seria mais fácil de ser solucionado — e esse é um fato importante que não deve ser omitido —, mas esse fato só foi colocado à tona depois que os homens compartilharam as suas experiências, não tendo nenhuma referência com relação a isso.

Sob o ponto de vista dos anjos

"O relato de fenômenos misteriosos que ajudam vítimas de acidente de carro ou visões de supostos anjos da guarda são histórias culturais muito comuns", disse Sharon Hill, editora do site News, que analisa notícias de fatos inexplicáveis. "Esses tipos de floreios são resultados de interpretações da história de uma forma reconfortante".
Ela ainda complementa: "É bom para nós pensarmos que milagres acontecem. A gente interpreta esses eventos de acordo com nossas crenças, mas muitas vezes não é aquilo que realmente aconteceu, mas sim a forma como gostaríamos de lembrar a situação estressante, de uma forma mais amena e sem traumas".

Outras informações sobre o acidente

A mulher que dirigia o carro tinha 25 anos e se chamava Lynn Jennifer Groesbeck. Ela era casada e sua filha de 18 meses se chamava Lily. A criança recebeu o apelido de "bebê milagroso" e tem recebido a atenção da mídia americana desde que o acidente aconteceu. Ela foi internada em estado grave, mas recebeu alta no dia 12 de março.
A polícia encontrou alguns tipos de entorpecentes dentro do veículo (maconha e medicamentos controlados). Especialistas fizeram alguns exames toxicológicos em Lynn, mas os resultados ainda não foram concluídos e, por causa disso, até então não é possível saber se ela estava dirigindo sob o efeito de drogas.
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Sobrenatural:fantasma de menina aparece em foto no rio

Uma foto está tirando o sossego de uma família. Sossego não, o sono. Kim Davison é uma australiana que postou a estranha imagem no Facebook: nela, é possível ver a cabeça de uma criança — até então inexistente — no meio de sua família, que estava se refrescando em um rio.
As coisas ficaram ainda mais estranhas quando foi descoberto que uma pequena garota morreu afogada no mesmo local há 100 anos. Veja a foto:

Se você reparar, é possível ver dois adultos e quatro crianças na foto. Contudo, a "quarta criança" (mais no fundo) não estava lá fisicamente. A imagem foi capturada no Rio Lockyer, em Murphy's Hole, na Austrália.
"Quando batemos esta foto, não havia qualquer pessoa entre nós", disse Davison. "Eu estou segurando a criança pequena, e essa cabeça branca com chifres perto de mim não é humana", comentou a mulher.
Pesquisando a história do lugar, algumas pessoas descobriram que a garota Doreen O'Sullivan faleceu no rio, e no mesmo espaço que a família estava, em 1913. Ainda foi descoberta uma reportagem de 1913 falando sobre o caso.

Para algumas pessoas familiarizadas com técnicas de fotografia, o que vemos na imagem é apenas o resultado da exposição da luz e do reflexo da água.
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Confira algumas curiosidades sobre a possível origem do ânus

 



O ânus não é uma daquelas áreas sobre as quais as pessoas falam com muita desenvoltura e, geralmente, só vira assunto quando xingamos ou contamos piadas obscenas, por exemplo. Contudo, você já parou para pensar em como seria nossa vida sem ele? Impossível, já que, embora tenha se tornado injustamente infame, o ânus é uma das mais importantes partes do corpo — e não só dos humanos, mas de muitas criaturas do Reino Animal.
De acordo com um interessante artigo de Matt Walker, da BBC, o ânus é uma estrutura essencial que não só afeta o funcionamento do sistema digestivo como influencia a alimentação e o desenvolvimento de um organismo. Afinal, sua presença permite que seus “donos” comam e cresçam de forma mais eficiente e se diferenciem de criaturas mais simples e primitivas. Mas e, evolutivamente falando, como é que esse órgão surgiu?
Segundo Walker, a história sobre a origem do ânus está profundamente interligada com a própria história da evolução das espécies e a forma como os mais diversos animais se diferenciaram uns dos outros ao longo do tempo. Graças aos últimos avanços científicos, agora é possível estudar como os genes afetam o desenvolvimento de uma variedade de seres vivos — incluindo as alterações que levaram à formação dessa parte do corpo.

Diversos tipos e formatos


Conforme explicou Matt, o surgimento do ânus está relacionado com a evolução do sistema digestivo que, como você sabe, é responsável pela digestão de alimentos e absorção dos nutrientes que sustentam o organismo e mantêm seu desenvolvimento. Entretanto, algumas criaturas, como as esponjas (Porifera) e os animais da classe Cestoda — que incluem a tênia —, não possuem sistema digestivo e, portanto, não contam com ânus.
Em muitas espécies marinhas com corpo gelatinoso — como as águas-vivas e as anêmonas-do-mar — e alguns vermes, o sistema digestivo se apresenta na forma de uma espécie de saco com uma pequena abertura que é usada para ingerir alimentos e expelir as fezes, ou seja, atuando como boca e ânus ao mesmo tempo.
Nos invertebrados sésseis — como as hidras, por exemplo —, o sistema digestivo tem formato de “U”, com a boca e o ânus próximos um do outro. Além disso, alguns poucos organismos, como é o caso de um animal microscópico chamado Limnognathia maerski, contam com um orifício que se forma ocasionalmente, e os pesquisadores acreditam que o bichinho defeca através dele.
Outro exemplo interessante é o dos organismos da espécie Thysanozoon nigropapillosum, que, na falta de um ânus ou abertura temporária, possuem múltiplos orifícios nas costas para a liberação de fezes. E ainda existe o grupo dos animais que contam com uma abertura anal unida à abertura reprodutiva — ou seja, a cloaca — e os que contam com ânus semelhantes ao dos humanos.

Evolução


Segundo Matt, criaturas rudimentares cujo sistema digestivo é semelhante a um saco — como descrevemos acima — têm a desvantagem de ter que esperar até que a digestão termine e as fezes sejam eliminadas antes de poder se alimentar novamente. No entanto, já pensou se os humanos dependessem do mesmo sistema, ou seja, tivessem que esperar cerca de 8 horas até que o café da manhã fosse completamente digerido e eliminado antes de poder almoçar?
Assim, em criaturas dos grandes grupos do Reino Animal, isto é, insetos, peixes, mamíferos, anfíbios e répteis, o sistema digestivo basicamente evoluiu de forma a contar com uma abertura pela qual os alimentos entram e outra pela qual as fezes saem. E esse “layout” permite que a ingestão de alimentos e a digestão de refeições anteriores ocorram ao mesmo tempo — e torna clara a necessidade da presença de um ânus. Afinal, o que entra tem que sair, não é mesmo?

Herança genética


Seja por conta do formato, dimensões do corpo, necessidades orgânicas, nutricionais etc., os animais foram desenvolvendo sistemas digestivos que se adequassem às suas necessidades. Além disso, as feições de qualquer órgão, assim como as células especializadas que o compõem, dependem de uma série de genes que trazem as informações necessárias para que ele seja criado.
Essa “receitinha” genética vai sendo transmitida de uma geração a outra e, como muitos desses genes são os mesmos em muitas espécies de animais, isso significa que muitos deles contam com ancestrais comuns em seu passado — cujos corpos desenvolveram ânus em algum momento de sua história evolutiva.

Os machos foram os pioneiros?


Segundo uma pesquisa recente, algumas evidências apontam que a evolução do ânus pode estar relacionada com uma abertura que alguns invertebrados usam para acasalar chamada gonopóro. Essa hipótese surgiu após o estudo de um grupo de organismos — da classe Acoela — extremamente primitivos sob o ponto de vista evolutivo. Essas criaturas não têm sistema circulatório, nervoso, respiratório ou digestivo, e seus corpos não possuem cavidades.
Entretanto, esses organismos produzem esperma e liberam esse material pelos gonopóros, e análises moleculares e genéticas sugerem que essas estruturas podem estar relacionadas com o desenvolvimento de outra abertura corporal. O mais interessante é que os cientistas encontraram uma conexão evolutiva entre o surgimento do orifício anal e os gonopóros dos machos, ou seja, o ânus pode ter se desenvolvido a partir de uma estrutura usada para o sexo.
Como você deve ter percebido, apesar das teorias fascinantes, se sabe muito pouco sobre a evolução do ânus e a ciência ainda precisa determinar com exatidão como ele surgiu nos animais. Afinal, o pobre orifício nunca foi levado muito a sério mesmo — sendo relegado a um segundo plano para dar lugar a pesquisas sobre a evolução de estruturas menos infames, como é o caso do sistema nervoso e circulatório, por exemplo.

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Silvio Santos apavora passageiras no metrô com pegadinha de 'Walking Dead'

 

A nova pegadinha de Silvio Santos está fazendo muito sucesso entre os internautas. Para a volta de suas férias, o apresentador trouxe um quadro de câmera escondida em que mulheres são surpreendidas no metrô de Fortaleza com uma invasão de zumbis muito bem caracterizados.
O vídeo exibido no programa do SBT já foi publicado em canais no YouTube e viralizou rapidamente, com milhares de visualizações, repercutindo inclusive em veículos internacionais como os sites Breaking News, Irish Examiner e Movie Pilot.
As imagens mostram a preparação dos figurantes, com maquiagem e roupas, e a todo o planejamento para assustar as pessoas. Enquanto esteve no ar, o quadro também foi muito bem em audiência, ficando em segundo lugar com 9,4 pontos no Ibope.
Confira o vídeo




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segunda-feira, 30 de março de 2015

Ela fica em choque ao ver a menina grávida, mas fica pior ao ver o pai da criança!

 


A produção Just for Laughs Pranks está constantemente a procura de situações novas com objectivo de causar um sorriso a quem visualiza os seus vídeos e por esse motivo decidimos compartilhar este momento convosco, nós adoramos esta brincadeira!
Just for Laughs Pranks fizeram uma menina parecer que está grávida. Com uma barriga falsa e algumas habilidades de atuação de topo tornam esta brincadeira umas da melhores dos últimos tempos. A menina sentada em um banco do parque acariciando a barriga dava a entender que estava sentindo dores e todos os transeuntes aproximam para prestar auxilio, mas ficam chocados quando se deparam com uma menina muito nova que dizia estar a espera do seu companheiro. Quando ele chega as reações são impagáveis!
Assista o Vídeo ao lado.

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Homem mata namorada grávida e entrega cabeça na delegacia da Sé

 


Após matar a namorada de 16 anos, na quinta-feira, o ajudante-geral José Ramos dos Santos, de 23 anos, se entregou à Polícia Civil na noite de sábado, por volta das 19 horas. A surpresa dos plantonistas do 1º DP (Sé) foi quando Santos abriu a mochila que carregava e mostrou a cabeça da vítima, que estava grávida de 7 meses.

O ajudante contou ter matado e decapitado a adolescente Shirley Souza após ela confessar uma traição. "Havia saído com um amigo nosso na véspera do Natal e no ano-novo", relatou Santos no 8º DP (Brás) - que atendeu o caso por ter delegado plantonista. O assassino não mostrou arrependimento. "Ela merecia morrer, sim. Mas depois percebi que a família dela não merecia isso", relatou.

Santos atravessou 30 quilômetros com a cabeça da vítima em sua mochila. Ele saiu do bairro da Pedreira, no extremo sul, e tomou duas linhas de ônibus, por quase 30 quilômetros, até chegar à delegacia da Rua da Glória, na Liberdade.

Antes de mostrar a cabeça, Santos contou como havia matado a namorada dois dias antes. Ele havia se encontrado com ela na casa do irmão, na Rua Thomas Linley, no Jardim Itapura, região da Pedreira. Os dois estavam tentando reatar, após sucessivas brigas.

Logo, em uma crise de ciúmes, Santos começou a questionar Shirley sobre eventuais traições. "E ela confessou ter saído com o Eduardo. Era um amigo nosso", contou o assassino. Em seguida disse que a jovem poderia "ficar tranquila", que nada aconteceria. Enquanto ela estava tomando banho, o ajudante entrou no banheiro e começou a estrangulá-la.

A adolescente desmaiou e, como estava gelada, Santos achou que estava morta. Em seguida foi à cozinha, pegou "uma faca Tramontina branca" e começou a cortar seu pescoço. A cabeça foi guardada em um saco plástico. O resto do corpo foi embrulhado em um edredom e guardado dentro de um armário, ao lado de um botijão de gás.

Na sexta-feira, quase 24 horas após o crime, o irmão de Santos começou a reclamar do mau cheiro na casa. O ajudante então resolveu jogar o corpo em uma viela do bairro. Quando percebeu que os vizinhos tinham achado o cadáver, no sábado à tarde, decidiu ir à polícia e se entregar.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Menino sírio confunde câmera com arma e comove o mundo


 Reprodução/Twitter

Uma fotografia postada pela fotógrafa Nadia Abu Shaban em sua conta oficial no Twitter está comovendo o mundo. Na imagem, uma criança de quatro anos levanta as mãos ao confundir a câmera com uma arma de fogo.
 Nadia explicou que a imagem não foi feita por ela, mas sim por um profissional que cobre a guerra na Síria. Ela também explica que a reação da menina foi instantânea e automática no momento em que o profissional sacou a câmera para fazer a foto no local.

Após toda a repercussão da imagem, foi divulgado que a foto foi feita em 2012, na Síria, pelo fotojornalista Osman Sağırlı. Diferente do que vinha sendo divulgado nas redes sociais, trata-se de um menino e não de uma menina, à época realmente com quatro anos.

A imagem comovente é retrato do desespero que toma conta da Síria há quase quatro anos. Desde 2011, quando a guerra civil começou no país, na menos do que 7 milhões de pessoas deixaram suas casas e se transformaram em fugitivos. Além disso, 200 mil pessoas já morreram nesse conflito.


Fonte:yahoo

Menina se desespera ao ver seu cão morto e assado em mercado no Vietnã



 Reprodução


Defensores dos animais de todo o mundo estão divulgando uma foto para lutar contra o consumo de cachorros e gatos em países asiáticos. A imagem mostra uma pequena vietnamita chorando ao lado de seu cachorro de estimação, que havia desaparecido e foi encontrado em uma grelha de uma mercado a céu aberto.

De acordo com o Daily Mail, o cachorro se chamava Flor e a menina ficou em completo estado de choque no momento do encontro. Acompanhada dos pais, a criança foi retirada do local e o cachorro seguiu no local, sendo vendido para pedestres locais.

Em alguns países como Vietnã e a China, é normal que seja consumida a carne de cachorro. Em Hanoi, onde foi encontrado Flor, chegam aos matadouros nada menos do que sete toneladas diárias de cães vivos diariamente. Eles são abatidos e vendidos em mercados a céu aberto.


Fonte:yahoo

domingo, 29 de março de 2015

Tailândia proíbe que mulheres publiquem ‘selfie dos seios’ na web



Tailândia proíbe que mulheres publiquem 'selfie dos seios' na web

A nova “febre tailandesa” não tem nome ou rosto, apenas decote! Lei local proíbe publicação de material obsceno na web

O governo da Tailândia proibiu que as mulheres publiquem “selfies” de seus seios na web, uma moda que se tornou viral nas redes sociais do país. As adeptas que descumprirem a advertência poderão ser enquadradas nas leis de internet do país.
Uma lei tailandesa de 2007 sobre crimes na web proíbe a publicação de “material considerado obsceno”.
O ministério de Cultura disse que as infratoras poderão pegar uma pena de até cinco anos de cadeia.
No entanto o governo reconheceu que terá dificuldades para fiscalizar a lei, já que as mulheres que participam da “brincadeira” não mostram o rosto nas fotos.



Fonte: G1 via Theguardian

Revoltado com multa, motorista salta com seu carro de reboque

Revoltado com multa, motorista salta com seu carro de reboque

Após se revoltar com multa aplicada por estacionar em local proibido, motorista saltou com seu carro de cima de um reboque; Confira o vídeo

 Apesar de viralizar recentemente na internet, o episódio ocorreu há meses atrás, no bairro de Walthamstow, região leste de Londres. A administração regional de Waltham Forest, no leste de Londres, flagrou em vídeo o momento em que o motorista resolveu interpretar uma cena de filme de ação. As autoridades apresentaram queixa-crime à polícia e dizem que, por sorte, ninguém ficou ferido durante a manobra perigosa e inconsequente.

Fonte:Notícias Bizarras

Fezes contêm ouro e diversos metais preciosos, revela estudo

Fezes contêm ouro e diversos metais preciosos, revela estudo

Fezes humanas contêm ouro e outros metais preciosos que poderiam valer centenas de milhões de dólares – afirmaram especialistas

Agora o truque é saber como recuperá-los – um ganho potencial que poderia também ajudar a salvar o planeta.

“O ouro que encontramos foi no nível de um depósito mineral mínimo”, afirmou Kathleen Smith, da US Geological Survey, após sua equipe descobrir metais como platina, prata e ouro em resíduos tratados.
Um estudo recente realizado por outro grupo de especialistas na área constatou que os resíduos de um milhão de americanos poderiam conter até 13 milhões dólares em metais.
Encontrar uma maneira de extrair os metais poderia ajudar o meio ambiente ao reduzir a necessidade de mineração e reduzir a liberação indesejada de metais no meio ambiente.
“Se for possível se livrar de alguns dos incômodos metais que atualmente limitam o quanto desses biossólidos podemos usar em campos e florestas, e ao mesmo tempo recuperar metais valiosos e outros elementos, temos uma situação em que todos saem ganhando”, disse Smith.
“Há metais em todos os lugares – em seus produtos para cabelo, detergentes, até mesmo nanopartículas que são colocadas nas meias para evitar maus odores”.
Mais de sete milhões de toneladas de biossólidos saem das instalações de águas residuais dos Estados Unidos a cada ano: cerca de metade é usada como fertilizante nos campos e nas florestas e a outra metade é incinerada ou enviada para aterros sanitários.
Smith e sua equipe estão em uma missão para descobrir exatamente o que está em nossos resíduos.
“Nós temos uma abordagem em duas frentes”, explicou Smith. “Em uma parte do estudo, nós estamos olhando para a remoção de alguns metais regulamentados de biossólido que limitam a utilização para aplicação no solo”.
“Na outra parte do projeto, estamos interessados ​​em recolher metais valiosos que poderiam ser vendidos, incluindo alguns dos metais mais importantes tecnologicamente, como o vanádio e o cobre, presentes em telefones celulares, computadores e ligas metálicas”.
Os resultados foram apresentados no 249º Encontro Nacional & Exposição da American Chemical Society (ACS), a maior sociedade científica do mundo, que acontece na cidade de Denver até a próxima quinta-feira (26).


Fonte: AFP-Notícias bizarras

Homem solta rato em restaurante para não pagar conta


Homem solta rato em restaurante para não pagar conta

Um homem foi acusado de soltar propositadamente um rato em um restaurante em Sunderland, na Inglaterra, com o objetivo de não pagar R$25 pela refeição

As câmeras de segurança registraram o momento que Christopher Baker, de 28 anos, colocou a mão no bolso e soltou algo no chão. Em seguida, ele saltou de sua cadeira e começou a gritar dizendo que havia um roedor no local.
O dono do estabelecimento, Kevin Smith, capturou o rato, mas estranhou o fato de ele ser tão dócil. Então, Smith acabou contratando uma empresa de controle de pragas, que afirmou que o rato era provavelmente um animal de estimação. “É inacreditável que alguém possa chegar a este ponto por uma refeição grátis”, relatou o dono.
Baker acabou sendo acusado de fraude e denúncia falsa. Assista ao vídeo!
 
 
 
Fonte/Reprodução: Rede TV / Metro / YouTube

Modelos fazem campanha para abolir o termo "plus size"

Tops consideradas "acima do tamanho" ideal imposto pela indústria da moda aderiram à campanha #droptheplus, cuja intenção é eliminar a expressão "plus size" 

Fonte:Marie Claire


stefania ferrario, estrela da grife de lingerie de Dita von teese, é considerada plus-size e aderiu à campanha (Foto: Reprodução/Instagram)
Quando uma modelo usa manequim acima de 40, ela é normalmente é considerada "plus size", ou seja, um tamanho maior do que o estipulado pela indústria da moda para as suas modelos comuns. Em desacordo com o termo foi criada a campanha #droptheplus, que tem o objetivo de eliminar essa classificação.
A australiana Robyn Lawley, que veste manquim 40, causou polêmica ao ser chamada de plus-size. Ela foi inclusive considerada a primeira modelo plus-size a posar para a revista "Sports Illustrated", mas  ficou relutante à classificação. "Eu não sei se me considero ou não uma modelo plus-size", afirmou à "Time". "Eu sou apenas uma modelo porque estou tentando ajudar as mulheres a aceitarem os seus corpos do jeito que são."

Esse sentimento tocou várias modelos. Stefania Ferrario, que esteala a campanha da linha de lingerie de Dita von Tesse, criticou a indústria da moda por chamá-la de plus-size, pois ela se considera magra e é inclusive mais magra do que as próprias consumidoras das marcas para as quais faz propaganda. Ajay Rochester, ex-apresentadora do progarama "The Biggest Loser Australia", foi quem começou com a ação e encorajou outras modelos e mulheres comuns a postarem uma foto com com a legenda: "I am a model e "I am a woman" e com a #droptheplus.
ROBYN LAWLEY NA SPORT ILLUSTRATED (Foto: Reprodução/Instagram)
Ajay Rochester foi quem começou a campanha (Foto: Reprodução/Instagram)

sábado, 28 de março de 2015

A MÃE MAIS JOVEM DA HISTÓRIA


 A MÃE MAIS JOVEM DA HISTÓRIA

É Lina Medina, uma peruana que engravidou aos 4 anos de idade e teve seu primeiro filho aos 5, em 1939.
Lina Medina ainda grávida. Á esquerda, já com seu filho Gerardo e o médico homónimo.
Quando Tiburcio Medina percebeu o tamanho anormal da barriga de sua pequena filha, pensou que ela estava possuída pela cobra Apu, que segundo algumas crenças locais, invade a pessoa e vai crescendo em seu corpo até o seu hospedeiro morrer.
A menina foi mesmo invadida, mas não por esse tipo de cobra.
Depois de consultar os xamãs da região, a menina foi levada ao Hospital de Pisco, agora sob suspeita de um tumor abdominal.
A menina foi atendida pelo Dr. Gerardo Lozada, que custou a acreditar no diagnóstico que ele mesmo deu: a menina de 5 anos estava no sétimo mês de gestação.
O caso parecia (e é) tão absurdo, que o Dr. preferiu levar a menina até a capital do país, Lima, para que outros especialistas confirmassem a gravidez antes da cirurgia.
A cesariana aconteceu no dia 14 de maio de 1939, dia das mães no Peru. Lina Medina deu a luz a um menino de 2,7 kg que recebeu o nome de Gerardo, em homenagem ao Dr. que fez o parto.
Enfermeira entrega o filho a Lina Medina um dia após o parto.
Mas como é possível?
Desequilíbrio hormonal. Lina menstruou pela primeira vez aos 8 meses de idade, seus seios começaram a se desenvolver aos 4 anos “e aos 5, ela demonstrava alargamento pélvico e maturação óssea avançada”, diz o Dr. Edmundo Escormel, que escreveu sobre o caso no La Pesse Medicale. A equipe médica que atuou em sua cesariana pôde observar que apesar da idade, a menina tinha seu aparelho reprodutor totalmente maduro. Um caso extremamente raro de puberdade precoce.
Com base em biópsias, radiografias do esqueleto fetal enquanto ainda no útero e inúmeras provas fotográficas da época, a comunidade médica internacional aceita o caso dela como autêntico. Organizações como o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas também dão à história o seu selo de aprovação.
E quem é o pai do filho dela?
Até hoje não se sabe, já que Lina sempre se recusou a falar sobre o assunto. Seu pai chegou a ser preso acusado de incesto, mas foi liberado após alguns dias por falta de provas. Outro suspeito seria um irmão de Lina, que era deficiente mental.
O que aconteceu com o bebê?
Mesmo sendo mãe, Lina queria agir como qualquer menina de sua idade e preferia brincar ao cuidar do seu filho.
Gerardo foi criado por uma de suas tias e passou a infância acreditando ser irmão de sua mãe biológica. O garoto só descobriu a verdade quando tinha 10 anos, depois de ser ridicularizado na escola. Ele morreu aos 40 anos, vítima de uma doença na medula óssea que não tem relação alguma com o seu nascimento de uma mãe tão jovem.
E como ela está hoje?
Mesmo o seu caso sendo motivo de estudos medicinais no mundo todo, ela não recebe qualquer tipo de assistência do governo. Vários veículos de comunicação ao redor do mundo já lhe ofereceram dinheiro para ela revelar a identidade do pai do seu primeiro filho, mas ela recusa. Se casou com Raúl Jurado em 1972, com quem teve, no mesmo ano, um segundo filho. Lina Medina vive até hoje no Peru, em um dos bairros mais violentos e pobres do país, conhecido como "Paraíso dos Ladrões".
Como sempre fugiu da imprensa e dos fotógrafos, a foto mais recente que se tem conhecimento é esta:

Lina Medina aos 32 anos, enquanto saia do escritório do Dr. Gerardo Lozada, de quem se tornou secretária.

sexta-feira, 27 de março de 2015

RELATO SOBRENATURAL: Turno da Noite

"O universo possui inúmeros mistérios sem explicação, gerando dúvida, mistério e pânico em diversas pessoas quando passam por situações sobrenaturais.
O que seriam as estranhas criaturas que habitam locais sombrios, parecendo esperar, sabendo que a próxima vítima estaria por chegar, fazendo até os mais céticos ficarem perplexos com o seu avistamento?"






 

"O Relato a seguir é justamente sobre esse estranho fenômeno."

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Olá, meu nome é Alexandre, e o relato que vou contar aqui aconteceu comigo, e garanto e afirmo que foi verídico. Talvez para as pessoas incrédulas e/ou que não passaram por nada sobrenatural, tenham dificuldade de acreditar, mas como disse antes, eu garanto que foi verdade, pois passei por tudo isso que vou relatar agora.

Primeiramente vou observar que eu adoro escrever, então o meu relato será um tanto longo, porque vou procurar contar os detalhes de todo o acontecimento. Mas vale a pena. Assim quem ler não ficará com dúvidas.

Eu nasci e cresci em uma família humilde. O meu pai trabalhava em uma fábrica que manufaturava peças mecânicas, e não ganhava muito. O seu salário era o suficiente apenas para manter as despesas básicas da casa, sem permitir luxos e outros gastos adicionais.
Mas eu não posso reclamar, pois embora eu tenha tido uma infância simples, sem regalias, os meus pais sempre foram carinhosos e amigos, e tudo o que sou hoje devo a eles.

O tempo foi passando, eu e meus irmãos fomos crescendo, e naturalmente cada um tinha um sonho e um projeto de vida.
Eu queria muito ser Engenheiro Civil, mas o curso era muito caro e nós não tínhamos recursos nem para pagar o cursinho para o vestibular, o que diria a faculdade então.
Nessa época eu trabalhava em um escritório de contabilidade perto de casa e ganhava muito pouco, o salário não dava para nada.
Mas mesmo assim, ralei muito, estudei até de madrugada, e finalmente consegui passar no vestibular para o curso que eu tanto sonhava. Finalmente se tudo corresse bem, seria um Engenheiro Civil e poderia trabalhar na área que eu tanto sonhava.

Só que para fazer o curso, após ter passado no vestibular, eu teria que ter um emprego que ganhasse mais, pois os gastos seriam maiores. Comecei então à procurar uma atividade em que eu poderia trabalhar ganhando pelo menos o suficiente para sustentar os custos básicos da minha nova carreira.

Por semanas eu procurei através de jornais, amigos e agências de emprego, e nada. As vagas que surgiam exigiam experiência e um grau de estudo especializado. Sem contar que naquela época (1983) havia muito desemprego e as vagas oferecidas haviam se reduzido.

Foi então que através de um amigo da minha tia, surgiu uma oferta de emprego um tanto estranha, mas com um salário bem melhor do que eu ganhava no meu tradicional emprego, o que me ajudaria em muito. O que eu não sabia, era que esse emprego mudaria por completo a minha forma de pensar sobre o nosso mundo e ao mesmo tempo deixaria marcas traumáticas em mim até os dias de hoje.

Vocês devem estar imaginando que emprego seria esse, e com razão. A vaga era de vigia noturno em um hospital abandonado.
Isso mesmo.
Havia em São Paulo um hospital que foi interditado pelo governo, devido ao seu estado precário, má conservação e pela possibilidade de poder ocasionar acidentes às pessoas que ali transitavam.
Também existiam comentários de que na época do seu funcionamento ali aconteciam falcatruas desviando a verba destinada à saúde para outros fins (bem, no Brasil isso é normal).
Então em uma determinada data, o hospital foi lacrado com todos os equipamentos existentes, arquivos e demais materiais em seu interior.

Para se evitar invasões e para manter os vândalos afastados, existia a necessidade de se manter vigias no local 24 horas por dia.
Os turnos eram divididos em 12 horas. Das 06:00' às 18:00' e das 18:00' às 06:00'.
Para quem estivesse no turno da noite, a escala de trabalho era uma noite sim e outra não.
Para mim seria ótimo, pois eu poderia estudar de dia. E como era uma noite sim e outra não, daria para dedicar uma grande parte do meu tempo aos estudos.

Pensei bem a respeito, e embora eu tivesse medo desse tipo de coisa (trabalhar de segurança e ainda em um hospital abandonado), eu acabei aceitando, pois o dinheiro e o tempo disponível cairiam muito bem para o que eu estava precisando na época.

Então providenciei toda a documentação, assinei o contrato, e marcaram o dia para eu começar.

Nos primeiros dias fiz um treinamento sobre táticas de segurança, procedimentos em caso de ataques de bandidos, legislação, alguns tópicos sobre direito criminal (nada avançado é claro), e o que mais gostei, defesa pessoal (esse foi muito bom).

Também tive um curso de "tiro" em uma stand própria para isso.

O meu material de trabalho era o uniforme azul com cinza, um cassetete, um revolver 38, um "Cap", um rádio comunicador, coturno e uma jaqueta azul marinho.

Pensei comigo: "Para preparem tanto os vigilantes, é porque o negócio não deve ser tão tranquilo assim".

Após tudo isso agendaram o dia em que eu iria começar no meu local de trabalho. Lembro como se fosse hoje, 4 de Julho de 1983 (uma segunda-feira).

Pois bem, chegou o dia, e lá fui eu para o local de trabalho. Chegando lá, me assustei com o que vi. Um prédio enorme, onde foi o hospital, com mais de 10 andares, um pátio também muito grande, e tudo abandonado, com sujeira em tudo.

O vigia que estava no local me mostrou tudo e onde ficavam as chaves de energia para acionamento da iluminação.
Não existia iluminação em tudo porque os circuitos elétricos estavam deteriorados e com problemas.

Conversando com o vigia, achei estranho o que ele comentou.

Ele me disse que estava ali só a poucos dias porque o vigia anterior foi embora misteriosamente. Ele comentou que esse vigia ficava a noite, e que um dia de manhã quando o outro chegou para rendê-lo, ele não estava em seu posto de trabalho e nem em nenhum outro local. Ele nem apareceu para pedir a conta e receber o seu pagamento. Simplesmente tinha sumido.

Tinham até aberto um B.O. na policia sobre o caso. Ele também disse que coisas estranhas aconteciam no local.
Comentou que ele ficava na casa de vigia, a qual fica bem no meio do pátio, e com isso podia ver o prédio todo por fora, e que a noite, principalmente depois das 22:00' ele ouvia barulhos no prédio e via luzes acenderem e apagarem.

Perguntei então a ele se não havia ido verificar o que era, e ele disse que não. Ele comentou:

- Eu só estou quebrando o galho aqui. O outro vigia já sumiu e ninguém sabe o que aconteceu com ele. Dizem que ele abandonou o emprego e voltou para o norte, de onde ele veio. Dizem que ele nem recebeu o pagamento.
Eu é que não vou me arriscar a toa, vai saber o que tem a mais nesse lugar.

Boa sorte para você. E depois pegou suas coisas e foi embora.

E foi assim que começou o meu primeiro dia de trabalho, com uma história de arrepiar. Depois daquilo, já fiquei com os cabelos em pé. E já estava anoitecendo.

Após me instalar na casa de vigia, que era uma sala no meio do pátio do hospital, com 4 janelas, uma em cada parede e uma porta de ferro. Dentro tinha uma mesa com telefone, e acessórios de escritório, como canetas, blocos de papel, grampeador, etc...
Era bem confortável. Tinha sofá e até uma TV.
Em certos pontos do prédio do hospital foram instalados relógios de ponto, onde eu deveria registrar minha passagem nos horários pré-determinados. Então eu tinha os horários de ronda para fazer durante a noite e a madrugada.
Lá da sala da segurança eu podia ver o prédio todo e o pátio também.

Chegando as 19:00' eu comecei a fazer minha primeira ronda.
Entrei então no prédio do hospital, e fui passando pelo corredor central.
Vocês nem podem imaginar a sensação horrível de entrar sozinho em um local desses.
Tudo meio escuro, pois só algumas lâmpadas funcionavam, salas fechadas com aquelas janelas de vidro nas portas, passando por escadas e mais corredores diversos.

Então fui subindo, pelas escadas é claro, pois os elevadores não funcionavam. Acredito que por estarem danificados pelo tempo.
Eu passava pelos andares e corredores, registrando nos relógios de ponto posicionados estrategicamente, a minha passagem.
A pior parte era o subsolo. Lá haviam mais salas e corredores e um local de estacionamento, o qual era totalmente escuro.
E o pior. Lá embaixo tinha uma sala com uma plaquetinha na porta dizendo: "Necrotério".
Sim, era lá que deixavam os corpos daqueles que haviam falecido no hospital quando o mesmo estava em funcionamento.

Eu passava rapidinho nessa ala do prédio e subia que nem um raio.

Eu achava um absurdo deixarem alguém sozinho fazendo a segurança de um local como esse. Era fácil alguém se esconder por ali e pegar de surpresa quem estivesse passando, que no caso era eu. Mas fazer o que, acho que era para a empresa de segurança economizar com funcionários, sei lá.

Bem, fiz minha primeira ronda e voltei para a sala de segurança, trancando obviamente a porta de ferro por dentro.
De vez em quando eu olhava pelas janelas para ver se havia algo de anormal em algum local do prédio, mas nada, tudo normal.
Mais tarde às 21:00' fui fazer a próxima ronda. Durante essa ronda ouvi um barulho nos andares superiores, parecendo mais que foi no 5º andar. Fui dar uma olhada, já com a lanterna na mão e com a mão no revolver.
Nem é preciso dizer que eu estava com todos os pêlos do corpo arrepiados à esta altura. Mas graças a Deus não vi nada. Tudo estava normal. Pensei que talvez fosse algum rato derrubando algo.

Voltei para a sala de segurança e fiquei por lá.

Fiz minhas rondas posteriores, terminando pela manhã, e além do barulho que ouvi no 5º andar, mais nada de anormal ocorreu.
Tirei minha folga do outro dia.
Na Quarta-Feira estava de volta, pronto para começar outra ronda.

Nessa noite coisas estranhas começaram a acontecer. Primeiro eu estava na sala de segurança lá pelas 22:00', quando vi passar pela janela um "vulto". Corri para ver quem era, mas não vi nada. Com cuidado saí com a arma na mão para examinar o local, mas não havia nada lá. Olhei em volta, e nada.
Voltei para a sala de segurança e fiquei com os olhos abertos. Depois, observando pela janela, vi uma luz acender no 5º andar, em uma das salas de lá. Avisei a central pelo rádio e subi para verificar. Quando cheguei lá, não havia nenhuma luz acesa. Examinei o local e desci. Fiquei muito assustado com aquilo.

Quando subi para fazer a ronda das 23:00', e estava entrando no sexto-andar, levei um baita susto. Quando olhei para o fundo do corredor havia uma pessoa parada bem no final olhando para mim. Não dava para ver como era essa pessoa porque ela estava fora da área de iluminação. Eu só via o perfil dela. Então perguntei quem era e mandei que ficasse parada. Saquei a arma e apontei na direção dela, e fui andando. Nisso ela virou e entrou no outro corredor do andar. Eu corri, e quando cheguei lá não a vi mais.
Examinei todas as salas do andar e não havia ninguém. E não dava para aquela pessoa ter saído porque a saída era por onde eu tinha chegado. Sem achar nada, continuei com minha ronda, mas com a arma na mão e com muito mais atenção.

Quando estava descendo para voltar à sala de segurança, escutei barulhos nos andares de cima novamente, como se alguém estivesse arrastando cadeiras ou mesas. Voltei para lá, mas não vi nada. Quando me virei para sair do andar, vi um vulto passando de uma sala para a escada de acesso. Corri para lá, mas não havia ninguém novamente.

Neste ponto eu já estava super assustado e também estava quase pedindo reforços, mas pensei que se fizesse isso minha imagem como iniciante iria ficar prejudicada. Então resolvi esperar.

Amanheceu e fui embora para mais um dia de folga.

Na Sexta-Feira voltei para mais um turno, e comecei a trabalhar preocupado devido aos acontecimentos ocorridos no último turno.

Foi anoitecendo e a preocupação foi aumentando.

Havia até pedido para a chefia designar mais alguém para ficar comigo, mas disseram que para este posto de serviço não era necessário. Um só segurança era suficiente.
Perguntaram porque, e eu desconversei. Deixei para lá.

Eu já estava altamente preocupado com aquele lugar. O que haveria ali afinal?
O que seriam aqueles vultos? E aquela pessoa que virou no corredor e desapareceu?
Estava muito assustado. Só de chegar lá o meu coração já acelerava naturalmente.

Bem, cheguei, e comecei à ficar atento para ver se algo estranho aconteceria. Comecei minhas rondas, e quando chegou na ronda da 01'00' da madrugada eu tinha que descer para o famigerado subsolo, onde ficava o antigo necrotério do hospital.
Eu nem preciso dizer que nesse momento eu estava quase tendo um infarto de tanto medo, mas tinha que ir para registrar minha passagem por lá. Fazer o que!

Desci as escadas com a lanterna acesa e já com o revolver na mão, como se eu estivesse esperando algo por lá.
Passei por algumas salas, sendo que o relógio de ponto ficava no final do corredor, após o necrotério e na saída para o estacionamento, o qual era uma penumbra só.
Eu ficava pensado comigo mesmo: "Onde fui me meter?........será que vale a pena tudo isso?........Acho que vou desistir, e coisas assim.......".

Bem, fui passando pelo corredor, e quando fui passar pela porta do antigo necrotério, que era uma sala apenas, com algumas mesas e móveis no canto, eu escutei algo. Nessa sala tinha aquelas portas com janelinhas de vidro, que dá para ver dentro. Então eu fui dar uma olhada, de fora mesmo, pois qualquer coisa eu cairia fora dali.

Então quando eu olhei pela janelinha de vidro, colocando minha lanterna na frente, pois a sala estava sem iluminação, eu não acreditei no que eu vi.
Em uma das mesas lá dentro tinha uma pessoa deitada com um tipo de camisola branca, como um corpo que ficava no necrotério. esticada e dura.
Eu pensei então. Acho que estou vendo coisas. Não é possível isso.

Nisso eu reuni toda a minha restante coragem (se é que tinha alguma) (meu coração acho que batia à umas duzentas batidas por minuto, parecia que estava na garganta até), e chutei a porta com tudo, apontando a lanterna e a arma na direção de dentro.
Nisso, claro que ninguém vai acreditar, mas eu vi......aquele corpo começou a se mexer e a se levantar.
Nunca imaginaria que viria nada igual. Era como algo em decomposição, com uma cor esverdeada, tinha olhos vermelhos, parecendo acesos, com poucos cabelos e uma unhas enormes.

Aquilo começou a levantar e virou para mim. Eu, com a arma na mão nem consegui disparar. Eu gritei, virei para trás, e saí correndo como nunca corri em toda a minha vida. Nisso eu escutei a porta abrindo novamente atrás de mim, e eu nem consegui olhar. Subi as escadas de dois em dois degraus, e fui para a sala da segurança, onde tranquei a porta.

Nisso eu tremia como uma vara verde. Então passei um rádio para a central dizendo que eu estava passando mal.
Bebi acho que 1 litro de água e deitei no sofá. Depois de uns minutos comecei a sentir dores no peito. Não sabia o que era.
Depois de uns 40 minutos chegou um carro da central com alguns outros seguranças, os quais me vendo daquele jeito, me levaram para um hospital, onde viram que minha pressão estava altíssima e eu estava quase tendo um infarto.

Perguntaram o que havia acontecido, e eu titubeei um pouco em contar, mas contei para os colegas o que tinha acontecido.
Estranhamente eles se olharam e ficaram perplexos. E eu perguntei se eles acreditaram e mim. Então eles disseram que coisas estranhas aconteciam naquele lugar, mas não esticaram o assunto.

Passei o resto da noite no hospital, sendo liberado pela manhã. Naquele dia que era meu dia de folga, eu fui até a chefia na empresa, e quando cheguei lá, misteriosamente já haviam alguns documentos me transferindo de local de trabalho para um outro, em uma empresa.

Perguntei porque, e eles disseram assim: "A chefia acha que será melhor para você assim, afinal ninguém fica muito tempo neste posto de trabalho mesmo".

Bem, eu dei graças a Deus por isso. Fiquei um ano trabalhando de vigia nesse novo local de trabalho e depois consegui um emprego bem melhor em uma fábrica de equipamentos eletrônicos, onde fiquei até me formar.

Hoje sou engenheiro civil em uma grande empresa de projetos. Sou casado, tenho um casal de filhos, e sou feliz, mas nunca, nunca mesmo esquecerei aqueles momentos terríveis que vivi no meu emprego "provisório" como vigia.

Fico imaginando o que seria aquilo que eu vi, porque surgiu ali, o que queria e porque aparentemente saiu para me perseguir?
E aqueles outros vultos, o que seriam? E o que teria havido com o vigia que trabalhava lá antes de mim, o qual sumiu?
São tantos mistérios, os quais nunca descobrirei, e nem quero. Só tenho pena do segurança que ficou no meu lugar. Será que ele conseguiu ficar mais tempo do que eu ou os outros antecessores?

Obrigado por lerem meu relato verídico.

Fonte:além da imaginação